Psiquiatras Especialistas em Tr. Afetivo Bipolar (TAB)
Na Ito Psiquiatria, o especialista em TAB mergulha na complexidade do transtorno, diferenciando episódios de humor de traços de personalidade. Ele integra terapias como a cognitivo-comportamental e ajustes medicamentosos personalizados, considerando a história clínica e o estilo de vida do paciente. A gestão de interações medicamentosas é um diferencial crucial, já que o TAB frequentemente exige combinações complexas de fármacos, como estabilizadores de humor, antipsicóticos e antidepressivos. O especialista domina essas interações, minimizando riscos de efeitos colaterais e otimizando a eficácia do tratamento.
Além disso, o especialista tem experiência no controle de crises agudas, utilizando estratégias medicamentosas e psicossociais para estabilizar o paciente sem a necessidade de internação. Quando a internação é inevitável, sua expertise em internações involuntárias garante que o processo seja conduzido com ética, segurança e respeito, protegendo o paciente em momentos de vulnerabilidade. Esse cuidado integral não apenas gerencia sintomas, mas valoriza a resiliência do paciente, promovendo funcionalidade e bem-estar.
Escolher um especialista em TAB é optar por um tratamento preciso e humanizado, que transforma desafios em oportunidades para uma vida equilibrada e plena.
Para texto informativo sobre Tr. Afetivo Bipolar clique aqui.
Psiquiatras com experiência em ambulatórios especializados em TAB no Hospital das Clínicas e no Hospital São Paulo .
Quanto antes detectar sintomas de mania, menos prejuizo e menos internação o paciente necessitará.
Depressão Bipolar tem características diferentes da Depressão Unipolar e requer expertise para obter uma rápida resposta.
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Colocamos você no centro do cuidado, com empatia e respeito, para que se sinta acolhido em cada etapa do tratamento. Não tratamos somente a doença e o foco é ajudar a viver melhor.
Nossos psiquiatras, psicólogos e terapeutas, além dos parceiros trabalham em conjunto para oferecer um tratamento completo e personalizado. A hamornia entre a equipe e a liderança faz diferença na eficácia do tratamento.
Investimos em conhecimento de ponta, muitas vezes off label que já está padronizada em outros países como neurofeedback, EMT, cetamina, entre outros. Isso permite a realização de diagnósticos avançados e garante maior acessibilidade e precisão.
Dr. Thomas Ito, Diretor Clínico da Ito Psiquiatria, participou do GRUDA (Programa de Transtorno Afetivo) do IPq-HC FMUSP, além de supervisionar alunos da graduação no Hospital Universitário da USP.
Emerge como um profissional que alia expertise técnica de ponta a uma abordagem profundamente humanizada. A filosofia de tratamento implantada na Ito Psiquiatria pelo é caracterizada por uma visão que transcende os limites da medicina ocidental convencional.
Possui “vasta experiência pessoal em terapias alopáticas e outras terapias em diversos campos, não se limitando à medicina ocidental”, o que lhe permite uma “visão mais completa e humana da pessoa como um indivíduo”. Esta perspectiva integrativa é um diferencial significativo, pois reconhece a complexidade do ser humano e a necessidade de abordagens terapêuticas multifacetadas.
Psiquiatra formado pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) tem experiência em atendimento ao TAB adquirida no ambulatório de Transtornos Afetivos (PRODAF) da UNIFESP.
Além disso, os atendimentos no Pronto Socorro do CAISM lhe propocionaram técnicas de abordagem específicas para crises agudas com condutas emergenciais para os casos de Ansiedade Grave.
Altamente compentente nas condutas psicofarmacológicas, sempre atualizado com pesquisas e informaçoes de ponta, conduzindo uma abordagem mais precisa e pontual.
Aliado a essas competências, tem grande conhecimento no funcionamento psicodinâmico do ser humano, buscando entender o processo de adoecimento psíquico e colocando a pessoa como ponto central em seu tratamento.
Tem como objetivo avaliar a probabilidade da ocorrência do Transtorno de forma fácil e intuitiva com questionários autoaplicáveis
Na Ito Psiquiatria, realizamos teleatendimento com envio de links para videochamada e receitas digitais.
Na vida atual, na qual ter tempo é o grande luxo da vida, os atendimentos online entram como uma ferramenta facilitadora desse processo.
Algumas vantagens da Telepsiquiatria online:
O psiquiatra é um médico especializado em saúde mental que realiza o diagnóstico, prescreve medicamentos (como estabilizadores de humor) e gerencia o tratamento farmacológico, que é a base para a estabilidade no TAB. O psicólogo é o profissional que conduz a psicoterapia (terapia pela fala) para ajudar o paciente a desenvolver habilidades para lidar com a doença, regular emoções, manter rotinas e melhorar a qualidade de vida. O tratamento ideal e mais eficaz combina o trabalho de ambos os especialistas.
A família desempenha um papel vital no sucesso do tratamento. A melhor forma de ajudar é através da psicoeducação, ou seja, aprender o máximo possível sobre o TAB para entender o que a pessoa está vivenciando. Oferecer apoio emocional sem julgamento, incentivar a adesão ao tratamento (medicação e terapia) e participar de sessões de terapia familiar são atitudes muito construtivas. É importante evitar críticas e não facilitar comportamentos de risco durante as crises.
Sim, o tratamento do TAB exige paciência e persistência. Medicamentos como o lítio podem levar de 4 a 10 dias para começar a controlar uma crise aguda de mania. Encontrar a combinação e a dose corretas de medicamentos que funcionem bem para um indivíduo pode levar alguns meses de ajustes finos. A psicoterapia também é um processo gradual que constrói habilidades ao longo do tempo. A consistência e uma comunicação aberta e honesta com a equipe de especialistas são as chaves para o sucesso a longo prazo.
A principal diferença está na intensidade, duração e no prejuízo funcional. No Transtorno Bipolar, as oscilações de humor são episódios distintos e prolongados (dias, semanas ou meses) de mania/hipomania e depressão, que causam um impacto severo e negativo na vida pessoal, social e profissional da pessoa. A instabilidade de humor comum do dia a dia não atinge essa gravidade, não tem essa duração e não segue o mesmo padrão cíclico e bem definido da doença.
Não, o Transtorno Bipolar é considerado uma condição médica crônica, assim como o diabetes ou a hipertensão. Não há uma “cura” definitiva. No entanto, com o tratamento adequado e contínuo, é perfeitamente possível controlar os sintomas, prevenir novas crises e permitir que a pessoa leve uma vida plena, funcional e produtiva.
Dar o primeiro passo para pesquisar sobre um especialista em transtorno afetivo bipolar é um ato de coragem e um sinal de esperança. Seja para você ou para alguém que ama, buscar informação clara e confiável é o início da jornada para a estabilidade e o bem-estar. É natural sentir-se confuso, sobrecarregado ou até mesmo assustado diante das intensas variações de humor que caracterizam o Transtorno Afetivo Bipolar (TAB). Esta não é uma falha de caráter ou uma fraqueza pessoal; é uma condição médica crônica, complexa e, o mais importante, altamente tratável, que se origina em fatores neurobiológicos, como destacado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Transtorno Afetivo Bipolar é definido por mudanças significativas e, por vezes, extremas no humor, na energia, nos níveis de atividade e na capacidade de realizar tarefas do dia a dia. Essas mudanças não são os “altos e baixos” que todos experimentam; são episódios distintos e debilitantes de mania (ou hipomania) e depressão que podem durar semanas ou meses.
Este guia foi elaborado para ser o seu mapa completo e confiável. O objetivo é conduzi-lo, passo a passo, desde a compreensão profunda dos sintomas e dos diferentes tipos de TAB até a identificação da equipe de especialistas correta e a navegação pelas opções de tratamento mais eficazes e baseadas em evidências científicas. Com o apoio adequado, é inteiramente possível gerenciar o transtorno e construir uma vida plena, estável e gratificante. Como autoridade no tema, o Dr. Thomas Katsuo Ito, psiquiatra formado pela Universidade de São Paulo (USP) e especializado no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPq – HC FMUSP), destaca-se por sua abordagem humanizada e integrativa, com vasta experiência em transtorno afetivo bipolar, conforme detalhado em sua plataforma Lattes e registro no Conselho Regional de Medicina de São Paulo (CRM-SP 129.440 | RQE 43.559).
Para compreender a necessidade de um especialista em transtorno afetivo bipolar, é fundamental primeiro entender a natureza do Transtorno Afetivo Bipolar. Longe de ser uma simples “instabilidade de humor”, o TAB é uma condição médica séria que afeta entre 1% e 2,5% da população brasileira e geralmente manifesta seus primeiros sinais entre os 15 e 25 anos de idade. A doença é caracterizada por episódios de humor bem definidos que se afastam drasticamente da linha de base de uma pessoa. Para mais informações detalhadas sobre o TAB, consulte este recurso especializado.
A fase de mania ou hipomania é frequentemente o aspecto mais incompreendido do TAB. Para a pessoa que a vivencia, especialmente após um período de depressão profunda, a mania pode ser percebida como um estado de bem-estar e produtividade excepcionais. No entanto, essa percepção é enganosa e mascara os perigos inerentes a essa fase do transtorno. Durante um episódio de mania, que deve durar no mínimo sete dias para um diagnóstico de Transtorno Bipolar Tipo I, os sintomas são intensos e disruptivos.
Os principais sintomas incluem:
Um ponto crucial que dificulta a busca por ajuda é a falta de percepção da doença (anosognosia) durante a mania. A pessoa se sente tão bem, tão poderosa e criativa, que não reconhece estar doente. É por isso que, frequentemente, são os familiares que percebem o perigo e precisam intervir, pois o comportamento do indivíduo pode colocar em risco sua segurança, suas finanças e seus relacionamentos. A hipomania, característica do Transtorno Bipolar Tipo II, apresenta os mesmos sintomas, porém com menor intensidade e duração (mínimo de quatro dias), e não causa o mesmo nível de prejuízo funcional ou a necessidade de hospitalização.
O outro polo do transtorno é o episódio depressivo, que pode durar de duas semanas a vários meses e é frequentemente a razão pela qual os indivíduos procuram ajuda pela primeira vez. A depressão bipolar é clinicamente indistinguível da depressão maior (unipolar), mas seu tratamento é diferente, tornando o diagnóstico correto vital.
Os sintomas da fase depressiva incluem:
Um especialista em transtorno afetivo bipolar não trata a doença como uma entidade única. A classificação correta é fundamental para definir a estratégia terapêutica. De acordo com os manuais diagnósticos, existem subtipos principais:
Para guias adicionais sobre o TAB, recursos como o da Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (ABRATA) oferecem suporte valioso.
A busca por um especialista em transtorno afetivo bipolar muitas vezes começa com a ideia de encontrar um único profissional que resolverá tudo. No entanto, a realidade do tratamento de excelência para o transtorno bipolar é a formação de uma equipe colaborativa. O cuidado mais eficaz não repousa sobre um único herói, mas sim sobre uma parceria estratégica entre diferentes especialistas, com o paciente no centro do processo. A meta deve ser reformulada: em vez de “encontrar um especialista”, o objetivo é “construir minha equipe de especialistas”.
O psiquiatra é o médico especialista fundamental no tratamento do TAB. Ele é o profissional treinado para:
Especialistas como o Dr. Thomas Katsuo Ito, com sua experiência em pesquisas internacionais e colaborações com instituições como o IPq HC FMUSP, enfatizam a importância de uma abordagem personalizada.
Se o psiquiatra constrói a fundação da estabilidade com a medicação, o psicólogo ensina o paciente a construir uma vida sólida sobre essa fundação. O psicólogo é o especialista em psicoterapia, uma parte indispensável do tratamento. Seu papel inclui:
A evidência científica é inequívoca: a abordagem mais eficaz para o Transtorno Afetivo Bipolar é a combinação de tratamento farmacológico e psicoterapia. Eles não são mutuamente exclusivos; são sinérgicos.
Pensar no tratamento do TAB é como pensar no tratamento do diabetes: a insulina (medicação) é essencial para regular a glicose, mas a educação sobre dieta, exercícios e monitoramento (o equivalente à psicoterapia) é o que permite que a pessoa gerencie a doença com sucesso a longo prazo. Recursos como o guia do IPq reforçam essa integração.
Uma das experiências mais frustrantes e dolorosas para muitos pacientes com TAB é a longa e árdua jornada até obterem o diagnóstico correto. Estudos indicam que pode levar mais de dez anos desde o primeiro sintoma até o diagnóstico definitivo, um período muitas vezes marcado por tratamentos ineficazes e sofrimento contínuo. A habilidade central de um verdadeiro especialista em transtorno afetivo bipolar não é apenas reconhecer os sintomas da bipolaridade, mas, principalmente, sua capacidade de diferenciá-los de outras condições que os imitam. Este processo, conhecido como diagnóstico diferencial, é a chave para encerrar a “odisseia diagnóstica” e iniciar um tratamento eficaz.
O diagnóstico do Transtorno Bipolar é clínico, o que significa que não há exames de sangue ou de imagem que possam confirmá-lo. A avaliação de um especialista se baseia em uma coleta minuciosa de informações, que inclui:
A sobreposição de sintomas com outros transtornos psiquiátricos é o principal motivo para os erros de diagnóstico. Um especialista experiente saberá como navegar por essas complexidades.
Receber o diagnóstico correto de um especialista em transtorno afetivo bipolar é o ponto de virada. Ele encerra um ciclo de incerteza e tratamentos inadequados, proporcionando alívio e, pela primeira vez, um caminho claro a seguir. Um diagnóstico preciso permite a implementação de um plano de tratamento específico para o TAB, que é fundamentalmente diferente das abordagens para depressão, TDAH ou transtornos de personalidade. É o alicerce sobre o qual toda a recuperação é construída. Estudos da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) reforçam a necessidade de diagnósticos precisos para melhores outcomes.
O tratamento do Transtorno Afetivo Bipolar é uma abordagem multifacetada que se apoia em dois pilares fundamentais e interdependentes: o tratamento farmacológico e o tratamento psicoterápico. A medicação cria a estabilidade neuroquímica, enquanto a psicoterapia fornece as habilidades e o conhecimento para manter essa estabilidade e prosperar.
A farmacoterapia é a pedra angular do tratamento do TAB. Seu objetivo é duplo: tratar os episódios agudos de mania ou depressão e, crucialmente, prevenir a ocorrência de novos episódios (tratamento de manutenção).
Esta classe de medicamentos é a principal ferramenta para atenuar as oscilações de humor sem sedar ou alterar a personalidade do paciente.
Esses medicamentos são cada vez mais utilizados em todas as fases do tratamento do TAB.
O uso de antidepressivos no Transtorno Bipolar é um tópico complexo e controverso. Eles nunca devem ser usados como monoterapia (sozinhos) no Transtorno Bipolar Tipo I, pois há um risco significativo de que possam induzir uma virada para a mania ou hipomania, ou levar a um padrão de ciclagem rápida. Quando utilizados, é sempre com extrema cautela e em combinação com um estabilizador de humor ou um antipsicótico, geralmente para episódios depressivos graves que não responderam a outras estratégias.
A tabela abaixo resume as principais classes de medicamentos:
| Classe de Medicamento | Exemplos Comuns | Principal Uso no TAB | Considerações Importantes (Efeitos Colaterais / Monitoramento) |
|---|---|---|---|
| Estabilizador de Humor (Clássico) | Lítio | Trata mania, previne recorrências de mania e depressão, anti-suicídio. | Requer monitoramento de níveis sanguíneos, função renal e tireoidiana. Sede e ganho de peso são comuns. |
| Estabilizador de Humor (Anticonvulsivante) | Valproato, Lamotrigina, Carbamazepina | Mania aguda, estados mistos (Valproato, Carbamazepina); prevenção da depressão (Lamotrigina). | Risco de defeitos congênitos (Valproato); risco de rash cutâneo grave (Lamotrigina); interações medicamentosas (Carbamazepina). |
| Antipsicóticos Atípicos | Olanzapina, Quetiapina, Risperidona, Aripiprazol, Lurasidona | Mania aguda, psicose, depressão bipolar, tratamento de manutenção. | Risco significativo de ganho de peso, diabetes e síndrome metabólica com alguns agentes (ex: Olanzapina). |
| Antidepressivos | Sertralina, Fluoxetina (em combinação com Olanzapina) | Depressão bipolar grave (sempre com um estabilizador de humor). | Risco de induzir mania ou ciclagem rápida. Evitar o uso como monoterapia. |
A psicoterapia é o pilar que ensina o paciente a gerenciar ativamente sua condição. Ela transforma o paciente de um receptor passivo de medicação em um parceiro informado e capacitado em seu próprio cuidado. Várias abordagens demonstraram eficácia.
Saber que precisa de ajuda é o primeiro passo. Encontrar a ajuda certa é o próximo. Navegar pelo sistema de saúde pode ser desafiador, mas com uma abordagem estruturada, é possível encontrar os profissionais que formarão sua equipe de tratamento.
Existem vários caminhos para encontrar um psiquiatra ou psicólogo qualificado:
Escolher um profissional de saúde mental é uma decisão pessoal e importante. Além da qualificação técnica, a relação terapêutica é um fator determinante para o sucesso do tratamento.
Para aproveitar ao máximo a sua primeira consulta, prepare-se com antecedência:
O diagnóstico de Transtorno Afetivo Bipolar pode parecer assustador, mas é importante reforçar uma mensagem de esperança: embora seja uma jornada para toda a vida, o TAB não precisa definir quem você é ou limitar seu potencial. Com o avanço da medicina e da psicologia, o tratamento eficaz, fornecido por uma equipe dedicada de especialistas, pode transformar a instabilidade em previsibilidade, tornando a estabilidade a regra, e não a exceção.
A recuperação é um processo ativo que envolve medicação, terapia, autoconhecimento e o apoio de pessoas queridas. O passo mais importante é sempre o primeiro. Se você ou alguém que você conhece está lutando contra os sintomas descritos neste guia, não hesite. Não sofra em silêncio. Agendar uma avaliação com um especialista em transtorno afetivo bipolar não é um sinal de fraqueza, mas sim um ato de força e um investimento poderoso na sua saúde e no seu futuro. É o primeiro passo para retomar o controle e construir a vida estável e gratificante que você merece. Para consultas com um especialista reconhecido como o Dr. Thomas Katsuo Ito, acesse Ito Psiquiatria.